Graham Potter otimismo com qualificação da Suécia: "Trata-se de uma chance incrível"
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A Suécia teve um desempenho tão fraco no Grupo B que acabou em quarto, atrás da Suíça, Kosovo e Eslovénia, com quem fez dois empates, e nos primeiros quatro jogos mostrou tanto azar que o técnico Jon Dahl Tomasson virou o primeiro homem a ser demitido pela Federação Sueca de Futebol (SvFF).
"Trata-se de uma chance incrível. Chegámos aqui graças ao que a equipa alcançou na Liga das Nações. Estamos nesta posição e agora basta um jogo para ir ao Mundial, algo que é um sonho", afirmou Graham Potter, que pegou no lugar de Tomasson, durante uma coletiva de imprensa na segunda-feira.
"Vemos isto como uma perspetiva positiva e estamos motivados para isso", completou.
Potter guiou a Suécia nos dois últimos jogos das eliminatórias, com derrota por 4 a 1 na Suíça e empate em casa com a Eslovénia, mas no fim esses placares não importaram, pois o triunfo no Grupo C1 da Liga das Nações, terceiro nível da prova da UEFA, salvou a equipa.
Nos play-offs europeus, os 12 segundos de cada grupo das qualificações para o Mundial somaram-se a quatro chefes de grupo da Liga das Nações que ficaram além dos dois primeiros nos seus grupos, segundo o ranking provisório geral da Liga das Nações 2024/25, e os suecos faziam parte desses quatro.
Triunfo no play-off frente à Ucrânia
Após baterem Eslováquia, Estónia e Azerbaijão para dominarem o seu grupo na Liga das Nações, os suecos venceram a Ucrânia por 3 a 1 no play-off, realizado em Valência na semana passada, e preparam-se para voltar à América do Norte, onde foram terceiros no campeonato de 1994, disputado em terras americanas.
"Estamos sem dúvida muito contentes e gratos por esta chance, mesmo que as partidas de qualificação não tenham saído como queríamos", declarou o capitão sueco, Victor Lindelöf.
"A Liga das Nações e os frutos que colhemos deram-nos esta oportunidade... estamos sem dúvida felizes por estarmos assim".
Depois de ser vaiado pelos fãs locais no arranque das qualificações, Lindelöf conta com um acolhimento totalmente oposto ao capitanear o grupo na Strawberry Arena, com casa cheia, na terça-feira, contra a Polónia.
"É ótimo sempre ter o público a incentivar-nos e um estádio lotado que nos dá força. Isso vale muito para mim, mas também para todos os colegas", comentou Lindelöf.
"Penso que muita gente espera com ansiedade entrar em campo amanhã (terça-feira) e desfrutar dessa vivência".