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Liga Portuguesa: Tiago Margarido discute ausência de capacidade competitiva, João Henriques refere justiça

Liga Portuguesa: Tiago Margarido discute ausência de capacidade competitiva, João Henriques refere justiça

Tiago Margarido (treinador do Nacional):

A realidade é que começámos de forma positiva e tivemos cerca de vinte minutos sólidos, durante os quais marcámos o golo e logo depois criámos outra chance, com o guarda-redes do AFS já deslocado da baliza, além de várias jogadas promissoras.

Depois desse período, o opositor passou a dominar, culminando no golo que igualou o marcador. Penso que nos faltou maior intensidade no confronto, na resposta à perda da posse e na pressão alta. Em resumo, creio que não disputámos ao nível exigido na primeira metade.

No segundo tempo, tentámos explorar outros corredores para surpreender o rival, que se mostrou eficaz em bloquear as nossas investidas, o que mereceu reconhecimento. Em seguida, numa contra-ataque rápido, eles marcaram o golo que os colocou em vantagem, precisamente quando geríamos bem o encontro.

João Henriques (treinador do AFS):

Nos primeiros vinte minutos, o Nacional superiorizou-se, especialmente em lances de bola parada, onde dominavam a primeira e a segunda bola, criando-nos dificuldades. Ao longo da primeira parte, falhámos também no controlo do nosso flanco direito, isto é, no esquerdo deles. Permitíamos que a bola chegasse à nossa área através desse setor.

A partir dos vinte minutos, elevámos o nosso jogo, equilibrando as forças e indo para o intervalo empatados. Na segunda etapa, criámos inúmeras ocasiões e podíamos ter aumentado a diferença no placard. No todo, fomos merecedores da vitória, pois corrigimos os erros iniciais nas bolas paradas, que não se repetiram mais. Também resolvemos o problema do corredor, com os devidos ajustes.